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Insulina: hormônio do bem

Quando o diagnóstico do diabetes é confirmado, o médico esclarece: “você não produz a quantidade suficiente de insulina”. Mas o que, de fato, isso significa? Qual é a verdadeira funcionalidade desse tal hormônio que se ausenta do organismo do diabético?

Caroline Martin

A definição mais conhecida classifica a insulina como responsável pelo transporte da glicose circulante no sangue para dentro das células, gerando assim, energia para o corpo desempenhar suas tarefas. Embora essa seja uma das funções mais fundamentais, a missão dela não se limita a isso. “A insulina regula o aproveitamento de todos os nutrientes (carboidratos, proteínas e gorduras) adquiridos pelo corpo, além de equilibrar a concentração deles no sangue. Por isso, quando há deficiência do hormônio, o açúcar se acumula na corrente sanguínea, caracterizando o diabetes”, desvenda o endocrinologista Freddy Goldberg Eliaschewitz, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Partindo dessa lógica, fica fácil entender por que portadores de diabetes que ainda não detectaram a doença emagrecem repentinamente e apresentam quadros de desnutrição e desidratação. “As células não conseguem aproveitar os nutrientes obtidos pela alimentação e começam a consumir o que tem dentro dos próprios tecidos”, esclarece Goldberg. Para entender melhor todo esse processo, compare as variações da glicemia e o papel da insulina no organismo de uma pessoa com e sem diabetes.

(continua)

Leia a matéria completa na revista Sabor&Vida Diabéticos nº 50