Plano safra 2010/11
Apesar de alguns indicadores positivos, as perspectivas para a próxima safra brasileira de grãos ainda são duvidosas. Um bom resultado será repetir o desempenho da temporada 2009/10. Mas com algumas exceções.
Editora Lua
As cartas para a temporada agrícola 2010/11, que começa neste mês de julho, estão dadas, pelo menos as básicas. O Plano Agrícola e Pecuário do Governo já foi anunciado, com oferta de crédito de até R$ 116 bilhões, volume aumentado e que parece bom, embora ainda abaixo das reais necessidades de um setor com vocação de permanente expansão, estimadas hoje em R$ 160 bilhões. A rentabilidade da atual safra de grãos já está mais ou menos configurada e não é lá essas coisas. Além disso, os primeiros indicadores de tendências do mercado começam a se tornar mais claros a partir das safras do hemisfério norte, a área do planeta ainda no comando, e que andam bem, embora ainda dependentes do comportamento do clima até se completarem, em fins de agosto.
A economia mundial, apesar da preocupante crise europeia, mostra recuperação, com possibilidade de crescer em 4% este ano e no próximo, puxada principalmente pelos países emergentes (incluído o próprio Brasil) e pela recuperação dos Estados Unidos (EUA), apontando para demanda mais firme para as commodities agrícolas. São indicadores ainda básicos, mas que já permitem ao produtor brasileiro um subsídio mínimo para o seu planejamento de plantio.
O que nos revela de tendências a próxima temporada?
(Continua)
Leia a matéria completa na edição nº23 da Revista Terraviva